
Por
Rafaella Pacheco*.
“o homem, esse fenômeno dialético, é obrigado a
estar sempre em movimento. [...] Como são vergonhosos, então, todos os padrões
fixos. Quem jamais poderá fixar um padrão? O homem é uma “escolha”, uma luta,
um constante vir a ser. Ele é uma migração infinita, uma migração dentro de si
próprio [...] ele é um migrante dentro de sua própria alma.” (Ali Shariati)
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